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23.07.2020 | 15h32
Ministro envia notícia-crime sobre Bolsonaro e filhos à PGR
A notícia-crime foi enviada ao Supremo pela deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC)
Rosinei Coutinho/SCO/STF
O ministro Alexandre de Moraes, do STF
DO CONSULTOR JURÍDICO

Em decisão tomada na terça-feira (21), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, abriu vista à Procuradoria-Geral da República da notícia-crime enviada à corte contra o presidente Jair Bolsonaro e dois de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro.

A notícia-crime foi enviada ao Supremo pela deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC), segundo a qual há fortes indícios de que os três seriam os responsáveis por rede de notícias fraudulentas por meio da qual cometeram os crimes de calúnia, difamação, injúria, ameaça, incitação ao crime, apologia de crime ou criminoso, peculato, desobediência e denunciação caluniosa contra o próprio STF, seus ministros, o Poder Legislativo e os presidentes da Câmara e do Senado.

A denúncia é baseada em ação do Facebook, que em 8 de julho retirou do ar 35 contas, 14 páginas e um grupo da rede social. Esses perfis seriam ligados ao Partido Social Liberal, pelo qual o presidente e os parlamentares foram eleitos, e a gabinetes da família Bolsonaro.

Em 15 de julho, o ministro Alexandre de Moraes deu permissão à Polícia Federal para acessar dados dessas contas, no âmbito de dois inquéritos que tramitam no STF, sobre fake news e manifestações antidemocráticas.

A notícia-crime enviada pela deputada alega que, além de difamar e ameaçar adversários políticos, a rede estabelecida na internet se dedicava a divulgar e impulsionar fake news sobre a Covid-19, tumultuando e sabotando o combate à epidemia no Brasil.

Clique aqui para ler a decisão
Pet 9.000


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