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/ SUCESSÃO EM ÓRGÃO

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27.07.2020 | 13h45
Chefe do MPE diz que “cumpriu metas” e que irá à reeleição este ano
Eleição para comandar Ministério Público do Estado deve ocorrer em dezembro deste ano
Victor Ostetti
José Antônio Borges Pereira, do MPE
CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO

O procurador-geral de Justiça José Antônio Borges afirmou que irá ser candidato à reeleição para comandar o Ministério Público do Estado no próximo biênio 2021/2022. O pleito está programado para ocorrer em dezembro deste ano.

Borges foi eleito por uma diferença de apenas em um voto para comandar o órgão entre os anos de 2019 e 2020.

“Se for da vontade da maioria e o nosso governador, como democrata que é, escolherá o primeiro colocado para procurador-geral do biênio 2021 e 2022. E eu vou à reeleição, sim”, disse ele em entrevista ao MidiaNews, na última semana.

O procurador afirmou que tem feito "um bom trabalho" à frente do órgão. Por conta disso, afirmou ter condições de se manter no cargo.

“Temos feito uma administração que acredito ter cumprido aquilo que tinha como meta interna corporis. E também no gerenciamento da política institucional. Então, tenho condições de, novamente, ser submetido aos colegas”, afirmou.

Se for da vontade da maioria e o nosso governador, como democrata que é, escolherá o primeiro colocado para procurador-geral do biênio 2021 e em 2022. E eu vou à reeleição

Borges ainda relembrou que tem um histórico de enfrentamento de pleitos dentro do MPE. 

“Eu fui candidato em cinco eleições. A primeira que eu fui candidato eu era promotor e consegui uma liminar do STJ [Superior Tribunal de Justiça], porque só procuradores poderiam participar. Isso em 2002. Eu ganhei, mas o Blairo Maggi [à época governador] não me escolheu”, relembra.

“Em uma outra perdi para oPaulo Prado por três votos. E outra eleição, perdi também por três votos. Agora ,ganhei por um”, completou.

A escolha

A eleição do órgão ocorre com a votação direta por todos os 253 membros. Feita a escolha, um documento com os vencedores é encaminhada ao Governo do Estado, para a escolha final.

Após isso, o governador Mauro Mendes (DEM) terá 15 dias para definir quem assumirá o comando do MPE.

Tradicionalmente, o Palácio Paiaguás respeita a vontade da categoria e escolhe o mais votado.  


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