Segunda-feira, 05 de Outubro de 2026
icon-weather
instagram.png facebook.png twitter.png whatsapp.png
Segunda-feira, 05 de Outubro de 2026
icon-weather
Midia Jur

ECONOMIA Quarta-feira, 01 de Fevereiro de 2012, 08:25 - A | A

01 de Fevereiro de 2012, 08h:25 - A | A

ECONOMIA / JULGAMENTO

Supremo deve assegurar ao CNJ poder de investigação

A expectativa é que 6 ou 7 votos definam que o CNJ pode abrir processos contra magistrados

ESTADÃO



Por maioria apertada, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve garantir ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o poder de abrir investigações contra magistrados suspeitos de irregularidades, segundo prognósticos que os próprios ministros da Corte Suprema fizeram nesta terça-feira, 31, ao Estado.

A decisão do STF no julgamento desta quarta, primeiro de fevereiro, deve proteger o CNJ da ofensiva aberta por setores da magistratura que queriam a redução dos poderes do conselho.

A expectativa da Corte é que 6 ou 7 votos definam que o CNJ pode abrir processos contra magistrados mesmo que esses juízes ainda não tenham respondido pelas irregularidades na corregedoria do tribunal local. Na sessão, os ministros deverão declarar que sempre que houver uma justificativa o conselho pode abrir apurações.

Por esse placar estreito, os ministros cassarão parte da liminar concedida no fim do ano pelo ministro Marco Aurélio Mello. Na decisão, ele concordava com a tese defendida pela Associação dos Magistrados Brasileiros numa ação direta de inconstitucionalidade (ADI) de que o CNJ só poderia atuar depois que o tribunal local investigasse o juiz suspeito de irregularidade.

A tese da AMB poderia deixar o CNJ refém do corporativismo que atinge corregedorias de tribunais locais, conforme ministros que defendem a manutenção dos poderes do conselho. Eles argumentam que foi justamente para combater esse corporativismo que o órgão foi criado. Uma decisão em sentido contrário seria um retrocesso, conforme parte dos ministros.

Apesar da blindagem na questão principal, o STF deve julgar inconstitucionais alguns pontos de uma resolução do CNJ que criava regras para a atuação das corregedorias, ampliava o rol de punições para magistrados condenados pela prática de irregularidades, estabelecia novos prazos para prescrição de ações e garantia a presidentes e corregedores direito de voto nos processos administrativos.

Quer receber notícias no seu celular? Participe do nosso grupo do WhatsApp clicando aqui .

Tem alguma denúncia para ser feita? Salve o número e entre em contato com o canal de denúncias do Midiajur pelo WhatsApp: (65) 993414107. A reportagem garante o sigilo da fonte.


Comente esta notícia

Drone é apreendido após tentar levar celulares e eletrônicos para presídio em MT
#GERAL
ENTREGA AÉREA
Drone é apreendido após tentar levar celulares e eletrônicos para presídio em MT
Policial civil havia agredido ex antes de matá-la; veja vídeo
#GERAL
FEMINICÍDIO
Policial civil havia agredido ex antes de matá-la; veja vídeo
Outubro traz dinheiro e amor para libra, escorpião, sagitário, capricórnio, aquário e peixes
#GERAL
HORÓSCOPO
Outubro traz dinheiro e amor para libra, escorpião, sagitário, capricórnio, aquário e peixes
Outubro será de decisões para áries, touro, gêmeos, câncer, leão e virgem
#GERAL
HORÓSCOPO
Outubro será de decisões para áries, touro, gêmeos, câncer, leão e virgem
Vizinho intervém em briga de casal e termina hospitalizado em MT
#GERAL
METEU A COLHER
Vizinho intervém em briga de casal e termina hospitalizado em MT
Curto-circuito em ar provoca incêndio e evacua blocos na UFMT
#GERAL
VEJA VÍDEO
Curto-circuito em ar provoca incêndio e evacua blocos na UFMT