LAICE SOUZA
DA REDAÇÃO
O desembargador Márcio Vidal, atual corregedor-geral da Justiça, abriu mão de ser presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, ao ser eleito vice-presidente na semana passada. Conforme o regimento interno do Tribunal, um desembargador pode ocupar cargo de gestão, por apenas quatro anos. Como Vidal é corregedor e foi eleito para a vice-presidência, ele não poderá mais concorrer ao cargo de presidente.
Ao ser questionado porque ele abriu mão da possibilidade de ser presidente, o desembargador afirmou que não teria ambição de cargo específico.
“Quando eu fui para Corregedoria, nunca tinha me passado pela cabeça ser corregedor. E, estou por hora na função, até o dia 28 de fevereiro. Isso não me deixa chateado pelo fato de não poder ser presidente. Eu acho que independentemente de cargo somos desembargadores e somos iguais, e todos estão imbuídos de um único propósito de restabelecer e melhorar a imagem do poder Judiciário”, destacou Vidal.
Ainda segundo o desembargador, “eu não sinto, em nenhum momento, sentimento de ordem negativa, pelo fato de eu não ser presidente do Tribunal de Justiça”.
Sobre o trabalho na vice-presidência, Márcio Vidal afirmou que vai imprimir o mesmo ritmo de trabalho que é realizado na Corregedoria.
“Vou ser um colaborador pró-ativo, não vou ficar em uma posição de reativo. Será a mesma atitude que tenho na Corregedoria, essa será a mesma passada”, frisou Vidal.
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