DA REDAÇÃO
O processo sucessório para Procurador-Geral do Estado, cuja eleição só acontece em dezembro, já foi deflagrado no Ministério Público Estadual. Os promotores José Antonio Borges e Roberto Turim estão aproveitando período de de férias para percorrer os municípios do interior, em busca de apoio dos demais procuradores, antecipando a campanha que, teoricamente, deveria começar somente a partir da instalação da Comissão Eleitoral que vai referendar as candidaturas.
O único que ainda não tomou nenhuma iniciativa nesse sentido é o procurador Paulo Prado, que já ocupou o cargo por dois mandatos consecutivos e decidiu entrar mais uma vez na disputa, por que, segundo ele, teve seu nome "aclamado" por uma grande parcela de procuradores e promotores simpáticos ao seu retorno. Contudo, o próprio Paulo Prado admite que acumula um certo desgaste dentro da classe, por ter contrariado alguns interesses quando comandou o Ministério Público, o que, para ele, é normal.
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