DA REDAÇÃO
A Advocacia Geral da União não pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a reconsideração da liminar que mantém o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Jurandir de Lima, em seu cargo. Jurandir foi aposentado compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em março de 2010, após responder a um processo disciplinar por ter empregado no Tribunal seus dois filhos sem que eles comparecessem ao trabalho. Ambos faziam faculdade em período integral e sequer apareciam para trabalhar no TJ.
O mandado de segurança de Jurandir (MS 28790) está sob a relatoria do ministro Dias Tóffoli, que se posicionou favorável à atribuição do Conselho de investigar juízes.
O curioso é que a AGU já pediu a reconsideração das liminares que mantém em seus cargos outros três desembargadores e sete juízes, acusados de participarem do episódio que ficou conhecido como o "Escândalo da Maçonaria". Eles foram acusados de desviar dinheiro do Tribunal para salvar uma cooperativa de crédito ligada à maçonaria.
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